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Eles VI

Acho que minha vida será sempre uma eterna busca. Uma busca desesperada por algo que ainda não sei. Contam-se histórias, colecionam-se amores e no meio desse fogo cruzado eu estou sempre do lado de fora. Eu devo ser mesmo uma espécie de buraco negro, um abismo sem fundo, um território desconhecido e inexplorado. Haja paciência para tanto desajuste! Longe de mim ser uma pessimista. Sou antes uma exaltada que vive pelos sentimentos mais intensos. Tenho fome de amor, paixão, desejo, tesão, arte e criatividade. Às vezes não me reconheço mulher. Nem humana. Eu nem pareço pertencer à mesma espécie que eles.
 
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Publicado por em 16/11/2014 em Bia Saltarelli, Blog

 

Insônia

Só quem vive essas noites de insônia sabe que existe uma outra vida nas madrugadas. Pode parecer estranho mas só quando eles dormem, quando me encontro nessa solidão da alma posso me sentir mais viva. Na madrugada as horas correm ao mesmo tempo em que se arrastam. Aqui a medida do tempo é o pensamento enquanto as angústias se transformam em palavras. Porque se não fossem essas noites intermináveis eu não poderia escrever. Porque é nesse outro tempo, nesse tempo de espera que as palavras se formam. Nesse tempo, enquanto eles dormem e eu clamo por mais amor e mais vida. Nesse tempo de espera ansiosa por alguém que ainda não sei quem.
 
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Publicado por em 04/11/2014 em Bia Saltarelli, Blog

 

Rotina – Instagram: 10/2014

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Hoje é o último dia do mês, então chegou o “momento instagram” com um pouquinho da minha rotina e do que aconteceu durante as últimas semanas. Quem quiser acompanhar tudo em tempo real é só me seguir por lá também! @biasaltarelli

PS: As fotos do meu instagram são bem dia a dia mesmo – basta olhar a quantidade de livros e a bagunça da minha mesa – e não tem nada tão glamouroso igual a gente vê por aí, ok?

 

 
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Publicado por em 31/10/2014 em Bia Saltarelli, Blog

 

Desajustada

De repente, depois de alguns dias de calma aparente, em mim tudo explode novamente. É tudo culpa dessa alma perturbada que se desajusta quanto mais tenta se ajustar. Desse fogo que me queima toda vez que tento apagar. É que tenho sedes afetivas insaciáveis e não sei como viver nesse mundo de relações pela metade. É muita intensidade para pouca entrega. Tanto sentimento para desejos tão pequenos. E eu, que só aprendi a ser a mulher da minha própria vida, fico pensando se algum dia ainda vou me deixar ser a mulher da vida dele.
 
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Publicado por em 28/10/2014 em Bia Saltarelli, Blog

 
 
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