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Sobre Bia Saltarelli

Beatriz Viana Lopes Saltarelli, ou Bia Saltarelli, 29 anos, capricorniana e mineirinha de BH trabalha na área de comunicação desde sempre. Chegou a pensar em cursar direito e história, mas percebeu que sua verdadeira paixão são as ciências sociais aplicadas. Tem sede de aprendizado e sempre se destacou em história, português e literatura, mas gostava mesmo de ir ao colégio para estar com os amigos. Aliás, acredita que sociabilidade é uma das características mais marcantes do seu perfil. Muitos comentam sobre sua habilidade de se relacionar com diferentes tipos de pessoas e deixar os lugares sempre mais animados. Mesmo assim, tem um mundo interno ao qual só ela tem acesso.

Apesar dos pesares até que tem dado certo. É formada em comunicação com habilitação em Produção Editorial pela UniBH e técnico em design pelo SENAI-MG. Ainda na faculdade se encantou por marketing e 6 meses depois de formada fez um MBA marketing pelo IBMEC MG. Já foi designer de uma editora e também trabalhou como analista de marketing de uma indústria de cosméticos. Deixou o emprego porque sentiu que sua missão ali estava cumprida e estava na hora de alçar voos bem mais altos. Pela necessidade de expandir seus conhecimentos e dificuldade em encontrar cursos na área de interesse tem se dedicado a algumas disciplinas na UFMG, como “Antropologia do Gênero” e “Literatura e psicanálise”, o que despertou sua vontade de continuar os estudos e fazer um mestrado.

Há algum tempo começou um projeto despretensioso de um blog pessoal e acabou redescobrindo seu verdadeiro amor: a escrita.

Adora BH, mas ama SP e, caso surgisse uma boa oportunidade, se mudaria para lá. Na verdade, por uma boa oportunidade cogitaria se mudar para vários lugares. É apaixonada pela vida e nasceu ligada nos 220 volts. Ama sua família e seus amigos. Adora ficar em casa com seus livros e filmes, mas ama viajar. Acha que a vida não seria tão interessante sem música e dança. É viciada em internet e adora o modo como a rede a mantém sempre “ligada”. Quando criança nunca gostou de bonecas. Sempre preferiu os super heróis e se sente quase um deles quando pratica Kung Fu. Às vezes fica triste, faz um drama e chora por qualquer coisa. Mas seu estado normal é “de bem com a vida”.

Tem medo de atravessar em passarelas. Odeia insetos e pombos. É ansiosa e um pouco impaciente. Às vezes, pelo excesso de racionalidade com que toma decisões pode parecer um pouco insensível, mas garante que não é. Tem plena consciência dos seus defeitos. Admite seus erros e pede desculpas quando é preciso. Procura aprender com as adversidades e pensa que, na vida, o importante é evoluir.

Acredita que: Deus escreve certo por linhas tortas (ou talvez a gente é que leia mal…), “amor só dura em liberdade”; um abraço pode ser muito melhor do que um beijo; respeito e educação são fundamentais; um sorriso quebra qualquer clima estranho; felicidade vem de dentro; destino a gente faz e, “quem sabe faz a hora não espera acontecer”.

Artigos

A falta dȺ mulher: Clarice, Llansol, Duras

Artigo feito como trabalho final da disciplina Literaturas Modernas, Contemporâneas e a Psicanálise: as absolutamente sós: Clarice, Llansol, Duras, cursada no PÓSLIT da UFMG.

O artigo busca identificar a questão da falta a partir da escrita de Clarice, Llansol e Duras, usando conceitos da psicanálise e teorias de Freud e Lacan. Para ler na íntegra clique aqui.

A desconstrução do feminino no Manifesto TPM

Artigo feito como trabalho final da disciplina Antropologia do Gênero cursada em 2012 na UFMG.

Este artigo analisa a desconstrução do feminino no Manifesto da revista TPMTrip para a mulher. Utilizando as teorias de gênero buscamos analisar como as questões de formação de identidade e construção da feminilidade sofrem influência das revistas. Ao longo do estudo podemos perceber que, com esse projeto, a TPM começa a apontar alguns caminhos na maneira de discutir a questão do feminino, tentando uma nova linguagem para falar de/com a mulher. Para ler na íntegra clique aqui.

Textos

Freud: A falta nas absolutamente sós: Clarice, Llansol, Duras

Texto feito para a disciplina Literaturas Modernas, Contemporâneas e a Psicanálise: as absolutamente sós: Clarice, Llansol, Duras, cursada no PÓSLIT da UFMG. Com transposições de trechos diversos das três autoras, o texto em questão busca mostrar as características da falta na escrita, presente na escrita feminina e Freud. Para ler na íntegra clique aqui.

 

4 Respostas para “Sobre Bia Saltarelli

  1. Daniela Gonçalves

    21/08/2013 at 12:54

    Olá Bia !!! Adorei seu currículo!!! Sou psicóloga, mas concordo totalmente com você.
    Com certeza está no caminho certo!!!
    Sucesso!!!

     

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