Estrangeira

Vivo como estrangeira no meu próprio mundo. Esse mundo de superfícies não tem lugar para mim. Eu, que preciso de profundidade. De abismos e precipícios. De riscos, repentes e rompantes. De desnudamento e entrega. Eu, que vivo em carne viva e gosto de abrir as feridas. Eu, que sinto até sangrar e transbordar. Mas, enquanto eu mergulho no mais fundo, eles ainda preferem a beira-mar.
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