Fazer amor…

Anais Nin. Mais uma noite: “E eu sempre venho em busca de forças e encontro fraqueza”. Anestesio até a mente por alguns segundos após ler estas palavras. Deslizo as mãos sobre os cabelos e puxo os fios com força. Como quem arranca até a raiz dos sentimentos . Me custa a entender que tanto potencial pra amar só resulte em solidão. Porque toda vez que arrisco a me entregar demais e acreditar só o que me sobra são restos. É que, justo eu, que teimo em respirar amor, ainda tenho receio de amar. Amar demais. Entregar demais. É que insisto em buscar o que é por demais profundo. Meu corpo necessita muito mais do que uma noite de sexo gostoso. Falo de sexo fácil, mas ir pra cama sem cumplicidade é como jogar meu corpo no lixo. Como queimar lentamente a cada milímetro. Como mergulhar fundo buscando o paraíso, mas sofrer hemorragia por arrebentar a cabeça nas pedras.  Meu “fazer amor” ainda é intenso demais para tanta superfície.

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